NOTÍCIAS

Loading...

terça-feira, 7 de julho de 2015

HUPAA - Mantido o cronograma de demissões dos funcionário da FUNDEPES e 31 de dezembro é o prazo final, afirma o gerente da EBESERH

O comunicado do gerente administrativo da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), Duílio Cleto Marsiglia, afirmando que estava suspensa temporariamente a demissão dos funcionários da Fundação Universitária de Desenvolvimento, de Extensão e Pesquisa (FUNDEPES), causou o maior mal estar no QG do Campus A. C. Simões. A medida foi fortemente criticada pelos reitorianos, pois vai de encontro ao Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre a Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e o juiz titular da 10ª Vara do Trabalho de Maceió - Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região, Dr. Alonso Cavalcante de Albuquerque Filho.
O blog Ufalsindical procurou o Marsiglia para pedir esclarecimento sobre o que foi publicado no Informativo do HUPAA nº 272 e distribuído em todo o Hospital Universitário Prof. Alberto Antunes (HUPAA). 
Esclarecimento
Segundo o gerente, ele foi mal interpretado, o que ele quis dizer foi que nesse mês (julho) tinha uma relação de 37 pessoas para serem demitidas, porém não foi possível seguir o cronograma, mas que daqui pra o final de julho e início de agosto está sendo elaborada uma relação com um número bem maior, pois para o cronograma ser seguido depende de recursos financeira, pois não consegue ter esses recursos no prazo previsto, mas informou que até 31 de dezembro de 2015, todos os fundacionais serão demitidos e no dia 1º de janeiro de 2016, o hospital não terá nenhum funcionário da FUNDEPES, ou seja, os 247 trabalhadores precarizados da fundação serão demitidos.
Na fala do Duílio, ele justificou o não cumprimento do calendário do cronograma por conta do cortes do repasse de verbas do SUS no mês de junho, valor na ondem de mais ou menos R$ 200 mil referente as ações de média e alta complexidade ambulatorial e hospitalar, isso ocorreu por um problema de processamento, mas que nesse mês de julho o valor vai ser ressarcido e as demissões continuarão.  
Quanto aos candidatos aprovados no último concurso e que estão no cadastro de reserva, o gerente foi categórico em afirmar que a EBSERH não fará nenhuma convocação destes, a não ser que novas vagas sejam criadas para atender possíveis carências, como uma demissão ou aposentadoria de algum servidor, ele também informou que serão convocados todos os 724 candidatos aprovados, esse número foi o estabelecido no edital, acima disso, só com autorização da estatal.
O gerente também informou que de dezembro até agora, foram demitidas 100 pessoas e independentes dessas demissões, o HUPAA já vinha demitindo por medida de economia. Quanto a questão da FUNDEPES, não tem mais o que se discutir, pois já tem acordos firmados com o Tribunal de Contas da União (TCU), Controladoria Geral da União (CGU) e Ministério Público do Trabalho (MPT/AL), todos eles fecharam uma data única para demissões, até 31 de dezembro. 
Contradição da EBSERH
Na matéria veiculada no Informativo no HUPAA, foi publicado que o Duílio Marsiglia havia interrompido temporariamente o processo de demissões dos funcionários da FUNDEPES e que não havia previsão de quando o processo retornaria. Mas ao blog, ele disse que foi mal interpretado, que o cronograma será cumprindo.
No Informativo ele havia dito que as primeiras demissões aconteceriam este mês de julho, seriam 45 ao todo no custo de R$ 246.906,00 mil. Ao blog, ele disse que seria 37, mas que daqui para o final deste mês e início do outro, o número dos que serão demitidos será bem maior. Na matéria do HUPAA ele descartava as demissões, mas agora a conversa é outra, as demissões ocorrerão.
O Duílio disse no artigo do hospital que o problema não é só financeiro, é também pela falta candidatos para substituir os funcionários da fundação, apesar das contratações promovidas pela EBSERH. Hoje ele reconhece que existe uma reserva técnica e afirma que a EBSERH não convocará ninguém da reserva.
Recursos dos SUS
O gerente afirmou e desta vez ao blog, que os recursos do Sistema Único de Saúde (SUS) estão sendo usado para pagamento de indenizações do pessoal da FUNDEPES. Dias atrás ele havia dito numa audiência no MPT/AL que os salários do fundacionais estavam sendo pagos com o dinheiro do SUS. Na audiência, a declaração do Marsiglia ficou registrada em ata, a fala de hoje está registrada em áudio.
Não existe nenhum constrangimento do gestor ebesrhviano em afirmar que a verba do SUS “que seria para pagamento de insumos e manutenção do Hospital” estão sendo usadas para outros fins, demonstrando com isso a certeza de impunidade.
Conclusão
A conversa do blog com Duílio foi proveitosa, pois mostrou o contraditório do próprio gerente e provamos que temos compromisso com a verdade, doa em que doer.
Algumas interrogações ficaram no ar. Por que o Marsiglia fala com tanta propriedade da FUNDEPES se ele não é dirigente da mesma? Qual o seu papel na fundação, já que o mesmo conhece a toda sua situação financeira?

Fonte: Ufalsindical

FASUBRA - Caravaneiros invadem Brasília

Brasília amanheceu com centenas de servidores públicos federais vindo de diversas regiões do país. As caravanas invadiram a Esplanada dos Ministérios e fizeram uma passeata pela principal avenida que da acesso ao Congresso Nacional.
Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (FASUBRA), através do Comando Nacional de Greve (CNG) convocou as entidades filiadas a entidade para estarem nesta terça-feira (7) e quarta-feira (8) com o objetivo de pressionar o governo, pois hoje os representantes de entidade sindicais do funcionalismo público Federal voltarão a se reunir no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG).  
Diferentemente dos outros anos, o número de caravaneiros que chegaram hoje a capital federal é bem menos que a de outras épocas, pois especula-se que a crise tenha afetada as finanças de vários sindicatos e talvez esse tenha sido o motivo pelo qual tenha um número tão reduzido de manifestantes.
A caravana foi batizada de “Caravana da Educação”, mas o que se ver mesmo é o pessoal de colete azul da FASUBRA. Os caravaneiros do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN) e Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE), contava-se nos dedos, tamanho o interesse destas entidades em participarem.
Os manifestantes já estão concentrados na sede MPOG, onde logo mais às 14 horas, acontecerá a reunião com entre o Fórum dos Servidores Públicos Federais e o secretário de Relações do Trabalho, Sérgio Mendonça e representante do Ministério da Educação e Cultura (MEC) para mais uma rodada de diálogo.
Fonte: Ufalsindical

Governo e servidores públicos voltam a discutir reajuste salarial

Governo e servidores públicos federais voltam a se reunir hoje (7) para negociar o reajuste dos salários. Na última reunião, no dia 25 de junho, o governo apresentou uma proposta de reajuste e os servidores deverão responder nesta terça-feira se aceitam ou não. Diversas entidades já se manifestaram contrárias a proposta. A reunião está marcada para as 14h e será com o secretário de Relações de Trabalho do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Sérgio Mendonça.
O Fórum Nacional dos Servidores Públicos Federais, que representa 95% dos servidores, decidiu rejeitar a proposta. "Fizemos uma reunião plenária nacional e analisamos a proposta do governo. Houve um rechaço completo e a resposta que os servidores públicos estão dando é entrar em greve", diz o representante da Executiva Nacional da Central Sindical e Popular (CSP- Conlutas) Paulo Barela. A central faz parte do Fórum, junto com mais duas centrais e 28 entidades.
proposta do governo é um reajuste salarial de 21,3%, divididos em quatro parcelas até 2019. Os trabalhadores pedem, já para o ano que vem, um reajuste de 27,3% para repor perdas salariais desde 2010. Eles pedem ainda que o reajuste seja negociado anualmente.
De acordo com Barela, as greves deverão se ampliar. As paralisações já atingem professores universitários, trabalhadores técnico-administrativos de instituições federais de ensino superior e servidores do Judiciário Federal.
Hoje, os servidores se organizam para um dia de mobilização. Antes da reunião, às 9h, vão participar da Caravana Nacional em Defesa da Educação Pública, na Esplanada dos Ministérios, na zona central de Brasília. A caravana é organizada por professores, técnicos e estudantes de diversas partes do Brasil. A marcha será contra os cortes orçamentários e por mais investimentos públicos na educação pública. Os servidores também farão um ato em frente ao Ministério do Planejamento (MP) durante a reunião de representantes das categorias com o governo.  
O MP diz que o governo só se posicionará após reunir-se com os servidores. No fim da reunião passada, Mendonça lembrou que a intenção da pasta é chegar a um consenso até o fim de julho. O governo federal tem até o dia 21 de agosto para enviar ao Congresso Nacional os projetos de lei que resultarem dos acordos. O último acordo, segundo o ministério, foi firmado em 2012, quando as categorias receberam 15,8% de reajuste distribuído nos anos de 2013, 2014 e 2015.
Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 6 de julho de 2015

HUPAA - Descumprimento do TAC coloca a EBSERH na mira do Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região

O artigo que foi publicado AQUI que denunciou a suspensão da demissão dos funcionários contratados irregularmente pela Fundação Universitária de Desenvolvimento, de Extensão e Pesquisa (FUNDEPES), gerou revolta e indignação nas redes sociais. São muitas as manifestações repudiando a decisão anunciada pelo gerente administrativo da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), Duílio Cleto Marsiglia, no Informativo do HUPAA nº 272.
A justificativa usada pelo gerente da EBSERH para manter os funcionais é mais uma das jogadas do superintendente, para manter os seus apadrinhados. Esse golpe vem sendo repetido há muito tempo, inclusive o Ministério Público Federal (MPF/AL) Ministério Público do Trabalho (MPT/AL), Justiça Federal (JFAL) e a Justiça do Trabalho (TRT 19ª Região) vêm sendo manipulados pelas mentiras formuladas pelo Paulo Teixeira e sua equipe.
Uma comissão formada por profissionais da área da Radiologia, entrou com uma representação junto ao MPF/AL, denunciando que o quantitativo de vagas oferecidas no concurso realizado pela estatal, foi menor do que a carência do serviço e foi provado que o setor de Radiologia do Hospital Universitário Prof. Alberto Antunes (HUPAA), apesar de terem preenchida as 8 vagas previstas no edital, existiam 18 prestadores de serviços da FUNDEPES.
A Dra. Niedja Gorete de Almeida Rocha Kaspary, Procuradora da República, responsável pelo caso da Radiologia, está a mais de 120 dias solicitando informações ao HUPAA, sem tomar nenhuma medida concreta para garantir a nomeação dos aprovados. Segundo informações de bastidores, apesar de toda fundamentação nos autos, a Kaspary ainda não tem certeza que os demandantes da ação tenham direito de pleitear as vagas que estão ocupadas pelo pessoal precarizados da FUNDEPES.
A inércia do MPF/AL levou os profissionais da Radiologia a procurarem o MPT/AL, onde foram encaminhados para o Procurador do Trabalho, Dr. Rodrigo Alencar, autor do Processo nº 0214900-48.2005.5.19.0010 que gerou o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado em 2014 na 10ª Vara do Trabalho de Maceió - Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região, TAC este que o Duílio afirma que vai descumprir.
Diferentemente do MPF/AL, o Alencar, em menos de 30 dias convocou uma audiência para tentar uma conciliação com a EBSERH, mas o gerente administrativo da estatal não aceitou nenhum tipo de acordo, levando o Procurador a recomendar aos autores da representação, a acionarem o TRF 19ª Região solicitando o direito de serem nomeados. 
Indignado com a posição do MPT/AL o Marsiglia decidiu desafiar o Procurador do Trabalho e suspendeu as demissões que estavam programada para serem iniciadas neste mês de julho, ou seja, ele assumiu para si a responsabilidade do descumprimento do acordo feito na Justiça do Trabalho, que condicionou a permanência dos fundacionais a realização do concurso público e convocação dos aprovados, nomeações que vem sendo feita desde o ano passado, mas os funcionários da FUNDEPES ainda estão mantidos nas sus funções, são 247 precarizados, segundo a EBSERH, mas esse número pode ser bem maior.
Até quando a justiça ficará contemplando as manobras institucionais dos dirigentes que gerem o HUPAA há anos?
Fonte: Ufalsindical

SINTUFAL - Coordenadores viajam para evento da federação sem consultar o CLG e a Direção Colegiada

Na última sexta-feira (3), foi realizado no Auditório do Multiuso II do Centro Internacional de Física da Matéria Condensada da Universidade de Brasília – UnB, o XVIII Encontro Jurídico da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (FASUBRA)
O evento é realizado anualmente pala Coordenação Jurídica e Relações de Trabalho da federação com o objetivo de uniformizar os procedimentos e tomadas de decisões que necessitam de fundamentação jurídica, seja sobre à greve ou qualquer outra demanda.
Foram enviados convites para todos os sindicatos da base fasubriana. O Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas (SINTUFAL) recebeu o convite, via E-Mail, na última terça-feira (30), mas o tema não foi abordado no Comando Local de Greve (CLG), na Assembleia Geral da categoria e nem na reunião da Direção Colegiada da entidade, ou seja, ocultaram a informação, porém o coordenador Emerson Oliveira, solicitou da tesouraria do sindicato que fosse efetuada a compra de três passagens para Brasília e usou como justificativa o convite feito pela FASUBRA.
A tesoureira sem questionar e sem consultar a Coordenação de Administração e Finanças da entidade, fez a compra das passagens para o Oliveira e o Raimundo Jorge, coordenador do jurídico, viajarem até Brasília para participarem do evento e de quebra levaram um advogado do escritório que presta serviço ao SINTUFAL.
Mais uma vez o Oliveira prova que o estatuto do sindicato e nada é a mesma coisa, ele é quem manda no SINTUFAL e os demais colegas de direção, são apenas seus chumbetas.   
Até quando este pelego vai continuar usando e abusando dos recursos oriundos dos filiados do SINTUFAL? Cadê a Direção Colegiada, vai se calar diante de mais esse ataque aos cofres da entidade?

Fonte: Ufalsindical

SINASEFE - Plenária Nacional deflagra greve

No último sábado (4/7) o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE),  na 132ª Plenária Nacional da entidade, foi deliberada a deflagração da greve da categoria.
O início da paralisação está previsto para ser iniciado na próxima segunda-feira (13). Dos do delegados presentes ao encontro, 46 votaram pela deflagração da greve, 16 foram contra, com 7 abstenções.
O SINASEFE é mais um dos sindicatos que tem sua base na educação. A decisão de aderir ao movimento paredista foi em pleno processo negocial com o governo, ou seja, a chegada da entidade unificará o setor educação e mostra que os servidores deste seguimento estão insatisfeitos com a política de desvalorização praticada nesses últimos anos pelo governo federal.
Efetivamente, são poucas as categorias do serviço público federal que estão em greve, na prática se resume ao ANDES, FASUBRA FENAJUFE, FENASPS e agora o SINASEFE, as demais entidades estão cautelosas, ainda discutem em suas bases uma possível adesão ao movimento.
Nesta terça-feira (7/5), representantes de vários servidores públicos federais, se reunirão mais uma vez com o Secretário de Relações do Trabalho, Sérgio Mendonça, na sede do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), desta feita as entidades apresentarão resposta ao reajuste apresentado pelo governo e ao que tudo indica, a proposta será rejeitada por todos.
O projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) apresentado pelo governo federal para ser votado no Congresso nacional prever inflação para este ano de 8,2%, caindo para 5,6%, no próximo, e estabilizando em 4,5% em 2017 e 2018. Baseado nestes dados o MPOG trabalhou a proposta de reajuste ao funcionalismo da União.
A greve tende se intensificar, mas tem seu tempo de vida útil determinado para o mês de agosto, onde será votado a LDO, depois disso o processo negocial ficará inviável e o movimento paredista poderá desfalecer. Depois de amanhã não sabe o que será do movimento paredista. 
Fonte: Ufalsindical 

FASUBRA - Proposta do governo será rejeitada e categoria não tem uma contraproposta para ser negociada


A greve dos professores e técnicos administrativos das universidades federais brasileiras, já dura 38 dias e não tem previsão para ser encerrada, pois o reajuste de 21,3% parcelado em quatro anos, do conforme propõe o governo, não recompõe um perdas salarias por conta da inflação.
O processo negocial poderá ser encerrado com rejeição da proposta governista sem que as entidades representativas dos grevistas, apresentem uma contraproposta que seja capaz de ser negociada, a única resposta que darão ao governo será uma negativa ao que foi proposto.
A  Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (FASUBRA) e o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN), únicas entidades do setor educação em greve, já decidiram pelo não ao reajuste em quatro em parcelas.
Na próxima quinta-feira (07/09) os fasubrianos se reunirão com o secretário de relações do trabalho, Sérgio Mendonça, na sede do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). Para alguns sindicalistas e dirigentes da federação, mesmo que a proposta seja rejeitada, o governo aceitará negociar outros pontos da pauta, porém o Mendonça condicionou discutir outras demandas a aceitação da proposta.
A deputada federal Alice Portugal (PCdoB/BA) protocolou requerimento na Comissão de Educação da câmara dos deputados, convocando uma Audiência Pública que não tem ainda data para acontecer. A iniciativa da parlamentar tem como objetivo debater a greve e o papel do técnico-administrativos nas universidades.
Na greve do ano passado, também por iniciativa da nobre deputada, foi realizado esse mesmo evento que não resultou em nenhum avanço na negociação com o governo, inclusive o movimento paredista daquele ano foi judicializado pelo governo e a greve foi encerrada depois da decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que pediu para a FASUBRA encerrar a greve.
O processo no STJ foi movido pela Procuradoria Geral da República (PGR) e ainda não teve o seu desfecho final, pois falta o julgamento do mérito.
Perguntas que não querem calar: Com a rejeição da proposta apresentada pelo governo, que rumo será dado a greve? A categoria, como o ano passado, amargará mais uma derrota?
Fonte:  Ufalsindical 

sábado, 4 de julho de 2015

HUPAA - Gerente da EBSERH mente descaradamente e desafia a justiça suspendendo a demissão dos funcionário da FUNDEPES

O gerente administrativo da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), Duílio Cleto Marsiglia, afirmou no Informativo Semanal nº 272, publicação do Hospital Universitário Prof. Alberto Antunes (HUPAA), que o processo de demissões dos funcionários da Fundação Universitária de Desenvolvimento, de Extensão e Pesquisa (FUNDEPES), está temporariamente suspenso e culpou o Governo Federal.
Segundo o gerente ebserhviano, o hospital não dispõe de recursos para efetuar o pagamento das indenizações trabalhista, a sua fala foi um recado ao Procurador do Trabalho, Dr. Rodrigo Raphael Rodrigues de Alencar, afirmando que a FUNDEPES descumprirá o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado por representantes da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Sindicato dos Servidores da UFAL (SINTUFAL), HUPAA e FUNDEPES.
O mesmo recado se estende ao Tribunal de Contas da União (TCU), que recomendou que o HUPAA desligasse do seu quadro, até 31/12/2012, os trabalhadores precarizados da FUNDEPES, mas a UFAL conseguiu prorrogar esse prazo até 31/12/2013 e para isso recorreu à justiça federal. Em 2014 assinou o TAC que condicionou a permanência dos fundacionais até que fosse realizado o concurso e convocados os aprovados.
Para o Duílio, o problema não é só financeiro, é também pela falta substitutos aos aos funcionários da fundação, apesar das recentes contratações promovidas pela EBSERH. O gerente ainda informou que a superintendência da EBSERH estaria solicitando da estatal à realização de um novo concurso para preenchimento de vagas ofertadas no certame realizado em julho do ano passado, pelas quais não existem uma reserva técnica.
Na sua entrevista, o gerente também apresentou números que não se sabem se são verdadeiros, pois sua fala no Informativo Semanal é recheada de inverdades. Ele disse que o último concurso ofereceu 728 vagas, deste total, 577 foram preenchidas em seis convocações, mas 12 desses pediram desligamentos e pelo menos 46 vagas para médicos especialistas ainda não foram preenchidas. 
O intrigante no Marsiglia é que ele fala como se também fosse dirigente da FUNDEPES, pois pela sua postura de defesa institucional da fundação, mostra que na verdade quem manda na fundação é ele. Esse mesmo comportamento é visto no Paulo Teixeira, superintendente da EBSERH, ele também faz essa mesma defesa, enquanto quem deveria se pronunciar não abre a boca.
Quando o Duílio afirma que a FUNDEPES não dispõe de recursos para pagar as indenizações em função das restrições econômicas do Governo Federal, ele se contradiz, pois mesmo diante dessa crise o Ministério da Saúde (MS), somente este ano liberou R$ 735,4 milhões de incentivo para os hospitais universitários, isso sem falar dos recursos do REHUF para reestruturação e revitalização dessas unidades de saúde.
No Portal Saúde foi publicada uma matéria que informa que o MS disponibilizou R$ 100 milhões para a ampliação ou melhoria do atendimento realizado em 49 hospitais universitários de todo o país. A medida vai beneficiar 35 municípios de 23 estados. 
Portaria nº 879, que autoriza o recurso, foi publicada no Diário Oficial da União (D.O.U). No texto encontramos a informação que o HUPAA tem disponível R$ 2,4 milhões, desmentindo o discurso do gerente da EBSERH.
Para o bom entendedor o Duílio, além das mentiras, deixou claro que não haverá demissão dos funcionários da FUNDEPES e consequentemente ninguém será convocado, pois não existem aprovados no cadastro de reserva e possivelmente será aberto um novo concurso, em outras palavras, ele desmoraliza o Ministério Público do Trabalho de Alagoas (MPT/AL), Tribunal Regional do Trabalho (TRT 19ª Região) e TCU.
Fonte: Ufalsindical

sexta-feira, 3 de julho de 2015

UFAL - Terceirizados cobram reajuste e dirigente oportunista do SINTUFAL se apresenta como defensor da categoria pra aparecer na imprensa

Na manhã da última quinta-feira (2/6) os funcionários da ACR Serviços Industriais, empresa que presta serviços de limpeza à Universidade Federal de Alagoas (Ufal), fizeram um ato no hall da reitoria do Campus A. C. Simões, para cobrar o cumprimento do acordo que aumentaria seus salario, que segundo os manifestantes, foi prometido para o mês de janeiro passado e até agora não houve nenhum reajuste.
A ACR foi contratada pela UFAL desde 2013 e tem no seu quadro, prestando serviço na universidade, 213 trabalhadores.
O fiscal da empresa que foi até o local conversar com os manifestantes para tentar resolver o conflito, informou que o reajuste depende da UFAL, pois a instituição precisa saldar dívida com a ACR.
Segundo a superintendente de Infraestrutura da SINFRA/UFAL (Superintendência de Infraestrutura), Nélia Calado, a ACR já deu entrada no setor com o processo de Repactuação de Convenção Coletiva, que tramita há 60 dias e atribui a demora, a paralisação dos professores e técnico-administrativos da universidade, que estão em greve há trinta dias
O que mais chamou a atenção de todos que participaram do ato, foi o oportunismo do coordenador do Sindicato dos Trabalhadores da UFAL (SINTUFAL), Emerson Oliveira, que está em plena campanha para mais um mandato. O ilustre coordenador, sem prévia autorização da direção colegiada do sindicato, informou para aos manifestantes que a entidade está a disposição dos funcionários terceirizados para dar o apoio necessário à categoria, inclusive confeccionará panfletos convocando uma assembleia com todos os prestadores da ACR.
É impressionante como o Oliveira tem a capacidade de rasgar o estatuto da entidade na maior cara de pau, pois a postura dele de decidir sobre questões, seja dos filiados ou não, cabe ao colegiado da entidade e não a figura de um pelego oportunista.
Mais uma vez o nobre coordenador, na ânsia de querer aparecer na imprensa como grande sindicalista revolucionário, rasgou o estatuto do SINTUFAL e desmoralizou todos os seus colegas de direção, tamanha a sua prepotência e tirania.
A categoria precisa dar um basta a este tipo de dirigente pelego que se utiliza do site do sindicato e de outros meios de comunicação para fazer o seu marketing pessoal, tendo como objetivo sua autopromoção. Acorda categoria!
Fonte: Ufalsindical

HUPAA - Unidade de Apoio da UFAL vai receber R$ 2,4 milhões

O Ministério da Saúde disponibilizou R$ 2,4 milhões para a ampliação ou melhoria do atendimento realizado no Hospital Universitário Professor Alberto Antunes, localizado em Maceió, Alagoas. O recurso faz parte das ações do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (REHUF), desenvolvido e financiado em parceria com o Ministério da Educação. A Portaria nº 879, que autoriza o recurso, foi publicada no Diário Oficial da União (D.O.U).
Os valores passados são definidos de acordo com indicadores e metas de desempenho de cada hospital. Esse montante, pago em parcela única, vai reforçar o orçamento das instituições universitárias que comprovaram o cumprimento das metas de qualidade relacionadas a porte e perfil de atendimento, capacidade de gestão, desenvolvimento de pesquisa e ensino e integração à rede do Sistema Único de Saúde (SUS) local.
Com esse incentivo, os hospitais universitários podem adquirir equipamentos, realizar pequenas reformas, comprar materiais, entre outras ações, conforme a necessidade e planejamento da instituição. De 2010 a 2014, o Ministério da Saúde destinou mais de R$ 2,3 bilhões aos hospitais universitários de todo o país.
Além dos recursos do REHUF para reestruturação e revitalização dos hospitais universitários, o Ministério da Saúde já repassou, somente em 2015, R$ 735,4 milhões de incentivo para estes estabelecimentos. Os hospitais universitários são vinculados às instituições de ensino superior do Ministério da Educação, responsável pelo pagamento e contratação dos profissionais.

Fonte: Ministério da Saúde