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terça-feira, 15 de abril de 2014

CSP-Conlutas prepara combate durante a Copa do Mundo com o apoio dos servidores das universidades federais em greve



Na última quinta-feira (10) foi ao ar o programa semestral do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) em rede nacional de tv e rádio no horário gratuito destinado aos partidos políticos.
Na sua explanação, o Zé Maria, eterno candidato da sigla, fez fortes críticas a gestão petista e foi enfático em afirmar que o governo “precisa romper com os banqueiros, com as grandes empresas, o agronegócio, pois assim será possível investir 10% do PIB em educação”. Ele também falou da repressão policial contra o povo e da criminalização dos movimentos sociais, como também da abertura de processos contra ativistas, trabalhadores e juventude.
E o que mais chamou atenção na fala do Zé foi o convite dele em nome da CSP-Conlutas para se retomar as passeatas durante a Copa do Mundo, onde os militante do seu partido já estão mobilizados para protestar contra a realização do evento. 
A Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas) é uma organização política ligada ao PSTU e tem como um dos seus princípios a derrota do capitalismo e a construção do socialismo.
Muitas entidades estão filiadas a esse projeto revolucionário, como também federações e sindicatos nacionais, como o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN) e Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE), cada uma destas representações comandam milhares de servidores públicos em todo país, palanque perfeito para a propagação das ideias marxistas.
A Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras (FASUBRA) não é filiada a central dos revolucionário, como também, a nenhuma central sindical, mas na direção, que é colegiada, o grupo majoritário é composto por militantes dos partidos de ultra-esquerda, na coordenação geral tem um dos fieis escudeiro do Zé Maria, é o Gibran Jordão, que tem como principal propósito mobilizar os trabalhadores das IFES’s e mantê-los sob controle, alimentando-os de um discurso forte contra o governo, como assim faz o seu correligionário.
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Terceiro Grau Público de Curitiba, Região Metropolitana e Litoral do Estado do Paraná (SINDITEST/PR) é uma das entidades ligadas a CSP-Conlutas, ela tem sido usada pelos revolucionários para doutrinar os trabalhadores filiados, a grande parte dos diretores da entidade são filiados ao PSTU.
A assessoria jurídica da entidade tem como advogado o presidente do PSTU do Paraná, Dr. Avanilson Araújo, os dirigentes contrataram o correligionário sem licitação e sem consultar sua base sindical.
Os alunos da UFPR, UTFPR, UNILA e IFPR ligados a Assembleia Nacional dos Estudantes Livres (ANEL), entidade criada pelos revolucionários para se contrapor a União Nacional dos Estudantes (UNE), tem feito da sede do Sinditest seu quartel general e sempre estão presentes nas assembleias para usar o espaço pra pregar a revolução e a derrubada do governo.
Como podemos ver o PSTU, CSP-Conlutas e ANEL tem um só objetivo, tomar os sindicatos dos trabalhadores para promover a tão sonhada revolução.
Ficou claro no vídeo em que o Zé Maria foi o protagonista, tudo está planejada, a Copa do Mundo será o grande palco para o começo de tudo.
Na verdade esse levante tinha como projeto inicial o Fórum Nacional dos Servidores Públicos Federais, mas não deu certo, o jeito foi partir para o plano B.
A Fasubra, comandada pelo Gibran e seu seguidores já está em greve, no próximo dia 21 é a vez do Sinasefe, só falta o Andes-SN decidir pra completar o plano final.
É preciso que a categoria abra os olhos, pois estão sendo usados como massa de manobra político-partidário.
Fonte: Ufalsindical

Tensionamento entre federais e governo é resultado da falta de um espaço qualificado de negociação



Após realizarem um Dia Nacional de Lutas com paralisações por todo o Brasil na terça-feira (8) com continuidade das ações na quarta (9), servidores públicos federais prometem intensificar a pressão. Uma atividade nacional com marcha a Brasília já está agendada para o dia 7 de maio. E uma greve geral não está descartada.
A Campanha Salarial Unificada foi lançada em 22 de janeiro e envolve em torno de 18 setores do Executivo, Legislativo e Judiciário. Dois dias depois, as entidades que compõem o fórum em defesa dos servidores e serviços públicos entregaram a pauta de reivindicações as três esferas de governo.
Os servidores reivindicam uma política salarial permanente, definição da data-base, diretrizes de plano de carreira, reajuste em benefícios. Pedro Armengol, coordenador do ramo do serviço público na CUT e secretário de Finanças da Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal), destaca que uma das prioridades é a recomposição das perdas inflacionárias.
O acordo celebrado em 2012 que prevê um reajuste de 15,8% até 2015 está defasado em torno de 9%, segundo aponta Armengol. “O diálogo que temos promovido com o governo submete a consolidação de uma política de remuneração dos federais que minimamente reponha as perdas inflacionárias, como ocorreu nos dois mandatos do ex-presidente Lula. Por isso reivindicamos a antecipação do reajuste da parcela de 5% prevista para janeiro de 2015 agora para este ano”, observou.
Passado quase três meses as negociações pouco avançaram. O Ministério do Planejamento ainda não apresentou respostas formais à pauta unificada dos federais.
“Com esse vazio de diálogo alguns setores já sinalizaram a perspectiva de greve, como os técnicos-administrativos da UNB e áreas da polícia federal. E se o governo não indicar um espaço de diálogo para os demais setores infelizmente teremos um processo geral de paralisação”, assinala o dirigente da CUT.
De acordo com Armengol, o tensionamento é resultado da falta de um espaço qualificado de negociação. O caminho passa pela regulamentação imediata da Convenção 151 da OIT (Organização Internacional do Trabalho) - que estabelece o direito à negociação coletiva nas esferas nacional, estadual e municipal - aprovada pelo Congresso Nacional em 2010.
O governo havia se prontificado junto à OIT em regulamentá-la ainda em 2011, mas a questão segue pendente. O que existe até o momento é um decreto assinado pela presidenta Dilma Rousseff em março do ano passado após uma marcha das centrais no qual se compromete em avançar na questão.
No caso dos servidores, a greve é a última alternativa encontrada na iminência de abertura de um canal de negociação junto ao governo. Mas como de praxe, a mídia tradicional criminaliza o movimento e joga todo ônus de uma greve nas costas dos trabalhadores. Para Armengol, este é um embate ideológico que deve ser feito permanentemente, dialogando com a sociedade e desconstruindo as inverdades divulgadas pela mídia. “Manteremos nossa postura de defender não somente o servidor público, mas a consolidação de um serviço público de qualidade", disse.
Independente dos conflitos, Armengol ressalta a necessidade de estar atento ao cenário eleitoral que colocará em disputa os rumos do País. “Para nós, evidentemente, há apenas um projeto capaz de avançar na agenda da classe trabalhadora que é a reeleição da presidenta Dilma mesmo com todas as críticas que nós temos. É por isso que esperamos que o governo dialogue com os servidores e atenda as demandas urgentes da categoria porque precisamos ter elementos para defender a continuidade deste projeto”, afirmou.
Organização sindical - representantes de diversas entidades sindicais do funcionalismo público federal estiveram reunidos na terça-feira com o novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência de República, Ricardo Berzoini.
Durante a reunião, os dirigentes solicitaram que o ministro articule junto ao governo o acolhimento de uma emenda à Medida Provisória (MP) 632/2013 que garanta a licença classista remunerada para o servidor que realiza atividades sindicais, com o ônus a cargo da União.
No regime atual, o governo libera apenas um servidor por ente, mas o custo fica por conta da entidade. “O ministro Berzoini indicou ser favorável e esperamos agora que o Executivo sinalize positivamente na perspectiva de aprovação desta pauta histórica”, assinalou o dirigente da CUT.
Fonte: CUT Nacional

Telexfree internacional pede concordata nos EUA



A sede da Telexfree nos EUA anunciou na segunda-feira (14) que entrou com um pedido de concordata no Tribunal de Falências do Distrito de Nevada, nos EUA.
A companhia informou que protocolou pedido voluntário de proteção ao Capítulo 11 da Lei de Falências dos Estados Unidos - o equivalente a uma recuperação judicial -  com o objetivo de reestruturar seus negócios, visando construir "uma base financeira sólida, com perspectivas de longo prazo".
Foram apresentados pedidos de concordata em nome das empresas: TelexFree, LLC; TelexFree, Inc.; e TelexFree Financial, Inc.
O Capítulo 11 da lei de falências americana (Bankrutpcty Code) permite a uma empresa com dificuldades financeiras continuar funcionando normalmente, dando-lhe um tempo para chegar a um acordo com seus credores. Esse procedimento significa uma vontade de reestruturação da companhia, sob o controle de um tribunal.
Em comunicado divulgado na sua página internacional, o presidente interino da Telexfree, Stuart A. MacMillan, disse que a medida ajudará a fortalecer a estrutura financeira e operações globais da empresa. "Esperamos que o nosso negócio vai continuar a operar, e tudo faremos para apoiar os nossos associados de vendas e clientes com novos produtos e melhoria dos serviços, incluindo os serviços de VoIP que estão se expandindo para alcançar mais de 70 países", afirma o porta-voz da empresa.
O G1 procurou a Ympactus Comercial S/A, que utiliza comercialmente no Brasil o nome Telexfree, para saber o impacto da medida no país, mas não conseguiu localizar nenhum dos responsáveis pelo grupo.
Em vídeo divulgado ontem, segunda-feira, um dos diretores da Telexfree no Brasil defende o pedido de concordata nos EUA, dizendo o bloqueio de recursos da empresa no Brasil afetou também a Telexfree internacional. "Foi afetada sim, diretamente. Muito do dinheiro que está hoje preso, bloqueado no Brasil pertence à Telexfree internacional", afirma Carlos Costa. "É um remédio amargo, mas necessário...Vamos sair dessa, sim", acrescenta.
A Telexfree é investigada no Brasil por suspeita de ser uma pirâmide financeira. As atividades da empresa no país estão suspensas desde junho de 2013, por determinação da Justiça do Acre. Em fevereiro, a Telexfree teve negado pela segunda vez seu pedido de recuperação judicial no Brasil. para a Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJ-ES), a empresa não poderia fazer o pedido por ter menos de dois anos de atividade.
No vídeo, o diretor da Telexfree nega a prática de qualquer irregularidade e diz que a empresa está tomando todas as medidas necessárias para atender as legislações brasileiras e de outros países. "Aqui, não tem pessoas que vão correr, pessoas que vão sumir, não. Ninguém está fazendo nada errado."
Fonte: G1

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Dirigente do Sinditest/PR e militante do PSTU, comenta a matéria de sua agressão a um aposentado filiado



O artigo publicado AQUI nesse último final de semana sobre a agressão cometida pelo Márcio Palmares a um aposentado filiado do Sinditest/PR deixou muita gente indignada na base da Fasubra, ninguém imaginava que uma pessoa de sã consciência fosse capaz de se comportar da maneira que o dirigente se comportou.
A ação criminosa do Palmares foi tema de debate nas redes sociais, uns defenderam o dirigente, tentado justificar a agressão, outros repudiaram e classificaram o ato com covarde.
Em um dos grupos de discussão no facebook, o militante do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) e integrante da Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas) comentou o caso e acusou o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) de serem os autores da publicação que ele classificou de difamatória e ainda acusou o blog de confundir e atrapalhar o movimento grevista em todo o país, usando o nome da UFAL e associando-se ao perfil do sindicato. "Este blog e alguns outros são usados pelos agentes do governo para fazer o trabalho sujo de calúnias contra ativistas de todo o país”. Disse o revolucionário.
Por nenhum momento ele justificou a sua atitude e nem negou que tenha ocorrido o fato, apenas demonstrou irritação por ter sido tema de publicação no blog, e ao mesmo tempo tentou persuadir as pessoas a não dar crédito ao que foi postado na página eletrônica, fazendo afirmações fictícias na tentativa de desviar o foco, como se ele fosse a vítima.
Em outro trecho do comentário do cabo eleitoral do Zé Maria (PSTU), ele desqualifica o blogueiro afirmando: O autor desse site fake foi definitivamente banido do grupo "Somos Técnicos Administrativos em Educação e Exigimos Respeito", pois não faz mais parte da categoria e usa o site fake para confundir e atrapalhar o movimento em todo o país”. O Márcio, de forma maquiavélica, nesse texto, começou a preparar o argumento para respaldar o pedido de expulsão dos membros do grupo que postaram o link para discussão, prática muito utilizada pelos camaradas do partido que ele milita.
Ainda em sua tentativa desesperada de não querer explicar os motivos da agressão praticada ao aposentado, ainda apela para que os membros do grupo não leiam as postagens como se ele fosse o imaculado, que não tivesse culpa alguma pelo ocorrido, ele disse: “Faço um apelo a todos os colegas e companheiros para que não deem atenção a essas postagens. Vou propor aos administradores desse grupo que excluam os agentes provocadores, pois se eles não têm espaço algum para suas asneiras na base, nas assembleias, não devemos nós fornecer espaço a eles no mundo virtual, nos espaços que nós mesmos criamos”.
O dirigente prova com essas palavras que realmente é um militante de um partido de pensamento único que não aceita opiniões contrárias as suas, e como alternativa a essa política de democratização nas redes sociais, apresenta a proposta de exclusão dos que ele chama de agentes provocadores.
Vergonhosa a conduta do Márcio Palmares que não é diferente da maioria esmagadora de seus correligionários.
No final do texto, ele encerra dizendo que está reunimos provas suficientes dos crimes de calúnia, injúria e difamação contra todos esses agentes provocadores e já fizemos a queixa. Em breve, eles terão de se reportar diretamente à justiça. Não precisamos perder mais tempo com isso”.
Ao analisar o texto, qualquer pessoa duvida que um menino tão bom e tão justo, tenha praticado lesão corporal contra um filiado aposentado do sindicato que ele é dirigente, esse Palmares é um verdadeiro CARA DE PAU.
Fonte: Ufasindical